Nas profundezas do mar
Ao limite extremo do céu
Vivemos numa faixa pequena da crosta terrestre
Dividida por línguas, crenças e atitudes.
Diante desta imensidão espacial
Restringimos as nossas preocupações
Nas pequenas coisas mais insignificantes
Como se o valor momentâneo material fosse o fundamento.
Que lamento!
Pois a existência é mais que uma música bem tocada,
Que um poema harmonioso,
Que uma frase de efeito
E que uma casa na praia ou campo.
Portanto,
Não podemos comparar a vida com valores
Todos têm a sua importância aqui na terra
Seja preto ou branco, pobre ou rico
Seja como for, a paz, a verdade e o amor ditas por Deus
É o que sempre prevalecerá.
sábado, 24 de novembro de 2007
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
A Rebeldia
Quando se escreve algo
Passa o fundamento das idéias
Às linhas em branco
Para borrar de tinta o formato final.
Tudo se remonta
Se desfaz,
Se recria
E se acrescenta na retomada da harmonia.
A sede das palavras não ditas,
O impulso limitado pelo orgulho
E a mudez da justiça dos homens
Fazem com que a inspiração mais pura morra na fonte.
Dentro desta constante,
A opressão paira sobre as cabeças das pessoas
Como se fosse amarras difíceis de desatar
Que se transforma em padrões de vida degradantes.
Ninguém mais fala da beleza sublime
Que a vida nos proporcional a cada dia que se acorda.
Se fosse possível ver o visível milagre destas sensações
Não haveria murmúrios que corroem a alma.
Ah, se realmente fosse possível,
Não necessitaria do sangue derramado,
Das divisões das nações
Nem dos conflitos inconscientes.
Nós somos incapazes de ver o óbvio
Por sermos revestidos das escamas do vício
Que permeiam as nossas atitudes mesquinhas
A ponto de estarmos longe da comunhão plena com Deus.
Passa o fundamento das idéias
Às linhas em branco
Para borrar de tinta o formato final.
Tudo se remonta
Se desfaz,
Se recria
E se acrescenta na retomada da harmonia.
A sede das palavras não ditas,
O impulso limitado pelo orgulho
E a mudez da justiça dos homens
Fazem com que a inspiração mais pura morra na fonte.
Dentro desta constante,
A opressão paira sobre as cabeças das pessoas
Como se fosse amarras difíceis de desatar
Que se transforma em padrões de vida degradantes.
Ninguém mais fala da beleza sublime
Que a vida nos proporcional a cada dia que se acorda.
Se fosse possível ver o visível milagre destas sensações
Não haveria murmúrios que corroem a alma.
Ah, se realmente fosse possível,
Não necessitaria do sangue derramado,
Das divisões das nações
Nem dos conflitos inconscientes.
Nós somos incapazes de ver o óbvio
Por sermos revestidos das escamas do vício
Que permeiam as nossas atitudes mesquinhas
A ponto de estarmos longe da comunhão plena com Deus.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
A Simbiose
Tu e eu somos uma soma
Uma soma somos
És tu e não somente eu,
Mas nós em um somos.
Neste modo social solitária
Enriquecida pelos sons dos sussurros de prece
Comunicamos.
Pensamentos adversos,
Distintas formas de conduta,
Nada importa se o saciar da sede
Vem com uma palavra
Símbolo da cruz
Com codinome Jesus.
Uma soma somos
És tu e não somente eu,
Mas nós em um somos.
Neste modo social solitária
Enriquecida pelos sons dos sussurros de prece
Comunicamos.
Pensamentos adversos,
Distintas formas de conduta,
Nada importa se o saciar da sede
Vem com uma palavra
Símbolo da cruz
Com codinome Jesus.
domingo, 18 de novembro de 2007
Qual Seria o Sentido Disto?
Respiro...
Por várias vezes faço isto.
Involuntariamente repito este gesto
Sem perceber a importância deste ato.
Calado,
Faço um desafio
De apenas absorver o oxigênio
Com meu comando.
Que engano!
Não temos controle sobre o nosso sistema vital.
Pois bem, digo que menos sorte terei
Se deixar que a minha vontade animal domine a razão,
Então,
Ficarei seguro se seguir o impulso inspirado por meu Deus
Porque a Sua lei equilibra todas as coisas
Como se fosse o meu respirar.
Por várias vezes faço isto.
Involuntariamente repito este gesto
Sem perceber a importância deste ato.
Calado,
Faço um desafio
De apenas absorver o oxigênio
Com meu comando.
Que engano!
Não temos controle sobre o nosso sistema vital.
Pois bem, digo que menos sorte terei
Se deixar que a minha vontade animal domine a razão,
Então,
Ficarei seguro se seguir o impulso inspirado por meu Deus
Porque a Sua lei equilibra todas as coisas
Como se fosse o meu respirar.
sábado, 17 de novembro de 2007
A Morte (sua estrutura)
Ouvi dizer que o mundo é complexo de mais
E menor está se tornando
Quando maior for rápida a comunicação.
A interatividade propicia encontros virtuais
Conversas pessoais publicadas artificialmente
Demonstram a banalização da vida.
Tudo isto nos convida
A sermos patéticos,
Estáticos
E paralíticos d’alma.
Mas calma,
Pior seria de nos revestir da presunção
De dominar tudo
Como se tivéssemos o controle remoto do mundo.
Se acaso isso fosse verdade,
A morte não existiria
Nem a constante renovação
Dos passos do passado
Que remontam o início e o fim da obra do Criador.
E menor está se tornando
Quando maior for rápida a comunicação.
A interatividade propicia encontros virtuais
Conversas pessoais publicadas artificialmente
Demonstram a banalização da vida.
Tudo isto nos convida
A sermos patéticos,
Estáticos
E paralíticos d’alma.
Mas calma,
Pior seria de nos revestir da presunção
De dominar tudo
Como se tivéssemos o controle remoto do mundo.
Se acaso isso fosse verdade,
A morte não existiria
Nem a constante renovação
Dos passos do passado
Que remontam o início e o fim da obra do Criador.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
A Morte (seus aspectos)
Sem nenhum embaraço caminhamos
Como se não houvesse soluções
Contrariam-se as evidências da experiência no afã de achar
Os objetivos em curto espaço de tempo.
O que parece ser o fim,
Na verdade é o começo do recomeço
Que é o nascer apenas.
Por que se importam das coisas que vão ser ditas?
Haverá valores maiores que a paz, o amor e verdade?
Ou cada qual só se preocupa com os seus interesses?
São frios e desproporcionais os caprichos humanos
Que aparecem em sintonia com a crueldade
Na anuência de criar limites a si mesmo.
O significado real da liberdade é de romper
Todo vício e limites impostos pelo meio,
Sendo como a morte que aparece.
Neste extremo de opções
Deus deu a chance de sempre de todos poderem renascer
Ou simplesmente desfalecer completamente.
Como se não houvesse soluções
Contrariam-se as evidências da experiência no afã de achar
Os objetivos em curto espaço de tempo.
O que parece ser o fim,
Na verdade é o começo do recomeço
Que é o nascer apenas.
Por que se importam das coisas que vão ser ditas?
Haverá valores maiores que a paz, o amor e verdade?
Ou cada qual só se preocupa com os seus interesses?
São frios e desproporcionais os caprichos humanos
Que aparecem em sintonia com a crueldade
Na anuência de criar limites a si mesmo.
O significado real da liberdade é de romper
Todo vício e limites impostos pelo meio,
Sendo como a morte que aparece.
Neste extremo de opções
Deus deu a chance de sempre de todos poderem renascer
Ou simplesmente desfalecer completamente.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
A Morte
Abro os olhos e vejo a luz
O dia sem trevas ilumina a minha vida
E com a noite vem o sono para mais uma manhã.
Comum de mais aos homens,
Mas sublime quando se perde.
Ninguém quer saber como é ela,
Ninguém se preocupa quando é que ela vem.
Apenas passam-se os dias.
E quando mais tempo passa,
Mais perto estamos de encará-la.
Os que têm medo deste destino
Sabem não ser a hora nem o lugar deste encontro,
Porém, somente Deus tem o controle do nosso futuro.
O dia sem trevas ilumina a minha vida
E com a noite vem o sono para mais uma manhã.
Comum de mais aos homens,
Mas sublime quando se perde.
Ninguém quer saber como é ela,
Ninguém se preocupa quando é que ela vem.
Apenas passam-se os dias.
E quando mais tempo passa,
Mais perto estamos de encará-la.
Os que têm medo deste destino
Sabem não ser a hora nem o lugar deste encontro,
Porém, somente Deus tem o controle do nosso futuro.
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