segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Começo de agosto de 2010.

Segunda-feira, 02 de agosto de 2010.

Chuviscos molhando a janela, frio no começo da manhã e nada de melhora no decorrer do dia. Enfim, a semana começa com muitas coisas acumuladas aqui no meu trabalho. Diante do fato que a minha colega de trabalho não veio a semana passada toda, fiquei sobrecarregado de serviços, tendo que atender as pessoas e ao mesmo tempo resolver a ordem dos documentos para dar o devido andamento. Mãos a obra!

domingo, 1 de agosto de 2010

Creio que este projeto está por longos anos tomando forma física. Cabe quem acessa interagir comigo para neste espaço poder cultivar a solidariedade e praticar o verdadeiro amor. Conto com vocês nesta tarefa de sermos o instrumento de Deus para os nossos semelhante.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Depois de longo tempo no silêncio dos meus pensamentos, eis me aqui outra vez a compatilhar com vocês um pouco da minha vida. Abrir mais uma janela para todos os olhares na intenção de provocar sensações e auto-críticas e reencontrar nas leituras futuras deste BLOG um caminho para encher de inspiração almas desprecavidas.

Esta jornada iniciada é mais um desafio de um espírito que se diz poeta em que, na margem da sociedade, segue o tempo e corre atrás do destino com a preocupação de trazer a mensagem a tempo antes que esgote o elo que liga o narrador aos seus observadores.

Assim é o ciclo dos relacionamentos que por vezes costuma-se passar desapercebido, mas para os atentos é mais uma rara chance de refinar as experiências com relatos circunstanciais do cotidiano de um ser igual a qualquer um num meio indiferente as vicissitudes humanas.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Destino


Foi-se o tempo das ilusões
Em que nos labirintos das aglomerações humanas
Se escondiam as facetas individuais.

O mundo agora é uma vitrine
Que transparece em nuances impressionantes
Abertas para oferecerem
Aos que querem consumir sem censura e pudor
As suas vontades.

Não é mais um horror!
Cenas bizarras gratuitas
Dão mostras da degradação humana
Que são misturados com o cotidiano.

Lamentável seria não vê-las
Estampadas nos cantos em que passam os olhares
Mas, ninguém se manifesta
Nem se repudia tal presunção.

Toleravelmente nesta conclusão,
Fingem-se alheios aos desvios do mundo
Que dos seus atos tendem ser condenados
E dos omissos que são conhecedores da Palavra
Penderá a eterna humilhação.

sábado, 24 de novembro de 2007

Lembranças de uma Mensagem

Nas profundezas do mar
Ao limite extremo do céu
Vivemos numa faixa pequena da crosta terrestre
Dividida por línguas, crenças e atitudes.

Diante desta imensidão espacial
Restringimos as nossas preocupações
Nas pequenas coisas mais insignificantes
Como se o valor momentâneo material fosse o fundamento.

Que lamento!
Pois a existência é mais que uma música bem tocada,
Que um poema harmonioso,
Que uma frase de efeito
E que uma casa na praia ou campo.

Portanto,
Não podemos comparar a vida com valores
Todos têm a sua importância aqui na terra
Seja preto ou branco, pobre ou rico
Seja como for, a paz, a verdade e o amor ditas por Deus
É o que sempre prevalecerá.