Nos dias em que estou faminto por mais saber
Menos pressa tenho do tempo,
Menos angustia deparo na minh’alma
Menos me incomodo com o silêncio.
A ânsia incontrolável de compreender o que me envolve
É forte suficiente para aniquilar qualquer força opressora,
Seja ela psíquica, física ou espiritual,
Porque o importante é o equilíbrio de nos controlar.
Não tenho controle remoto
Nem se quer um senso robótico
Para imprimir rótulos aos olhares alheios.
Pois o que tenho para compartilhar
Poucos querem assimilar, mesmo assim,
Esta é a mensagem que fica
Fixada em um mural aberto
Que muitos passam despercebidos,
Cujo toque revela o meu encontro com Deus.
sexta-feira, 16 de março de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
Equilíbrio
Avisos que nos orientam,
Conselhos que nos acautelam
E sugestões que nos fazem mudar de rumo,
Mas quase sempre desrespeitamos o prumo.
Estamos suspensos em um pequeno fio
Invisível aos olhos,
Ligeiramente perceptível no coração
Àqueles que ouvem a razão.
De certa forma, não podemos separar os sentimentos
E praticarmos apenas pelo raciocínio as tomadas das decisões,
Afinal, o que valeria a sensibilidade da arte sem a sua reflexão?
O valor das coisas não se dá somente por dinheiro
Ou de modo prático e inanimado,
Ao contrário, é um equilíbrio natural
De profusão de interesses e de intenções.
O meu propósito nesta pequena amostra lírica
É de compartilhar uma vida,
Uma emoção, um sentido e um caminho
Apetecido de inspirar outros tantos a captarem
A constante presença de Deus.
Conselhos que nos acautelam
E sugestões que nos fazem mudar de rumo,
Mas quase sempre desrespeitamos o prumo.
Estamos suspensos em um pequeno fio
Invisível aos olhos,
Ligeiramente perceptível no coração
Àqueles que ouvem a razão.
De certa forma, não podemos separar os sentimentos
E praticarmos apenas pelo raciocínio as tomadas das decisões,
Afinal, o que valeria a sensibilidade da arte sem a sua reflexão?
O valor das coisas não se dá somente por dinheiro
Ou de modo prático e inanimado,
Ao contrário, é um equilíbrio natural
De profusão de interesses e de intenções.
O meu propósito nesta pequena amostra lírica
É de compartilhar uma vida,
Uma emoção, um sentido e um caminho
Apetecido de inspirar outros tantos a captarem
A constante presença de Deus.
quarta-feira, 14 de março de 2007
Conceito
Somos levados pelas emoções,
Levados pelas circunstâncias e
Levados, simplesmente levados.
O que nos impõe a tudo isso?
Por que somos aprisionados a certas condutas?
Os “ais” dos lamentos sempre vão sobrepor a razão de sermos autênticos?
Me nego a ser coberto por uma carapaça
De orgulho e presunção do estigma
Em que tudo é um enigma.
Estas conclusões preconcebidas
Retidas por estudos de fontes aleatórios,
Notórios por achar uma verdade casual
Que nada valem de concreto.
Seja como for, não importa o que vão pensar.
O início do caminho está na concepção
Da minha escolha de abrir o meu coração
Para o amor incondicional escoado pelo sangue de Jesus.
Levados pelas circunstâncias e
Levados, simplesmente levados.
O que nos impõe a tudo isso?
Por que somos aprisionados a certas condutas?
Os “ais” dos lamentos sempre vão sobrepor a razão de sermos autênticos?
Me nego a ser coberto por uma carapaça
De orgulho e presunção do estigma
Em que tudo é um enigma.
Estas conclusões preconcebidas
Retidas por estudos de fontes aleatórios,
Notórios por achar uma verdade casual
Que nada valem de concreto.
Seja como for, não importa o que vão pensar.
O início do caminho está na concepção
Da minha escolha de abrir o meu coração
Para o amor incondicional escoado pelo sangue de Jesus.
quarta-feira, 7 de março de 2007
Compreensão
Na passagem desta vida
Se conclui não ser por acaso
A existência de diversas experiências.
O fim é claro e prático,
As tomadas das decisões não vem de outro
A não ser da própria pessoa.
Sim, as circunstâncias influenciam em algo,
Mas estas só valem quando se voltam a um interesse.
Logo, quase tudo se impõe por causa da avareza de coração
Em que o ego se situa no centro das atenções.
Ah, se o inverso fosse na mesma proporção,
A justiça prevaleceria,
A igualdade entre as classes sociais teria
E a destruição da ordem natural das coisas não haveria.
Esta longa experiência da história
Só uma lição traz
De que Jesus responde a tudo isso,
Entretanto, todos são surdos, cegos e mudos.
Se conclui não ser por acaso
A existência de diversas experiências.
O fim é claro e prático,
As tomadas das decisões não vem de outro
A não ser da própria pessoa.
Sim, as circunstâncias influenciam em algo,
Mas estas só valem quando se voltam a um interesse.
Logo, quase tudo se impõe por causa da avareza de coração
Em que o ego se situa no centro das atenções.
Ah, se o inverso fosse na mesma proporção,
A justiça prevaleceria,
A igualdade entre as classes sociais teria
E a destruição da ordem natural das coisas não haveria.
Esta longa experiência da história
Só uma lição traz
De que Jesus responde a tudo isso,
Entretanto, todos são surdos, cegos e mudos.
terça-feira, 6 de março de 2007
Roda
Roda, roda e mais roda;
O meu mundo é uma roda!
Ando numa cadeira de rodas
E lá fora só obstáculos.
Logo de cara vejo desprezo,
Insensibilidade e preconceito
Das pessoas que deveriam se preocupar com seu semelhante
No intuito de preservar a dignidade humana.
Eles restringiram a minha liberdade física,
Mesmo assim, sinto-me livre para pensar e expressar
Os meus pensamentos que não tem fim
Apesar das vicissitudes cotidianas.
Logo, a felicidade momentânea eterniza
Quando passa a encarar as barreiras
Não como um limite insuperável,
Mas sim, como um trampolim deixado por Deus
Para sobrepor todas as dificuldades
Até atingir a vitória final.
O meu mundo é uma roda!
Ando numa cadeira de rodas
E lá fora só obstáculos.
Logo de cara vejo desprezo,
Insensibilidade e preconceito
Das pessoas que deveriam se preocupar com seu semelhante
No intuito de preservar a dignidade humana.
Eles restringiram a minha liberdade física,
Mesmo assim, sinto-me livre para pensar e expressar
Os meus pensamentos que não tem fim
Apesar das vicissitudes cotidianas.
Logo, a felicidade momentânea eterniza
Quando passa a encarar as barreiras
Não como um limite insuperável,
Mas sim, como um trampolim deixado por Deus
Para sobrepor todas as dificuldades
Até atingir a vitória final.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Unidade
O dígito “zero” por si mesmo
É simplesmente um ponto de referência,
Se porém for composto por outros símbolos matemáticos
Ele se torna um marco de valor.
Entretanto, em qualquer circunstância
O “zero” tem a sua importância.
De modo analógico,
A cada indivíduo se assemelha nesse aspecto,
Pois, sozinho quase nada tem significado,
Todavia, junto com os demais
Elevado mérito traz.
Aqui está a real maravilha de Deus:
Assim como o “zero” é exclusivo dentro do sistema algébrico
Semelhantemente o ser individual humano
É único em toda face da Terra.
E mais estará perto de Deus
Se entender o verdadeiro sentido
De amar o próximo
Com o mesmo peso e medida
Em que Ele ama.
É simplesmente um ponto de referência,
Se porém for composto por outros símbolos matemáticos
Ele se torna um marco de valor.
Entretanto, em qualquer circunstância
O “zero” tem a sua importância.
De modo analógico,
A cada indivíduo se assemelha nesse aspecto,
Pois, sozinho quase nada tem significado,
Todavia, junto com os demais
Elevado mérito traz.
Aqui está a real maravilha de Deus:
Assim como o “zero” é exclusivo dentro do sistema algébrico
Semelhantemente o ser individual humano
É único em toda face da Terra.
E mais estará perto de Deus
Se entender o verdadeiro sentido
De amar o próximo
Com o mesmo peso e medida
Em que Ele ama.
quinta-feira, 1 de março de 2007
Silêncio
O vento sopra silenciosamente
Entra pelas janelas e portas entreabertas
E no calor do verão
Refresca o ser de modo distorcido, porém, desejado.
Na quietude do espaço
Em que o som não se propaga pelo vácuo
O brilho incandescente das estrelas
Aquece e ilumina os corpos.
Assim também é a existência de Deus
Que gerou a luz e o ar
De tão natural são estas duas fontes
Que desapercebido se torna a referência Divina.
A miséria espiritual irracionaliza o homem
A ponto de destruir tudo
Para obter a satisfação do egoísmo,
Cujo resultado é a morte.
O senso crítico misturado ao livre arbítrio
Criam dois pólos opostos e distintos:
De um lado, a eterna dizimação;
D’outro, a esperança, a fé e o amor infinito,
Sendo que cada um faz a sua escolha.
Entra pelas janelas e portas entreabertas
E no calor do verão
Refresca o ser de modo distorcido, porém, desejado.
Na quietude do espaço
Em que o som não se propaga pelo vácuo
O brilho incandescente das estrelas
Aquece e ilumina os corpos.
Assim também é a existência de Deus
Que gerou a luz e o ar
De tão natural são estas duas fontes
Que desapercebido se torna a referência Divina.
A miséria espiritual irracionaliza o homem
A ponto de destruir tudo
Para obter a satisfação do egoísmo,
Cujo resultado é a morte.
O senso crítico misturado ao livre arbítrio
Criam dois pólos opostos e distintos:
De um lado, a eterna dizimação;
D’outro, a esperança, a fé e o amor infinito,
Sendo que cada um faz a sua escolha.
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