No dia há pessoas sofrendo por algo,
Mas também há aquelas felizes e de bem com a vida;
As que odeiam
E há as que amam.
Deveras são posições distintas
Conglomeradas nas realidades
Sopesadas neste mundo hostil.
Cada qual está alheio as diferenças,
Ignorando as conseqüências desta apatia
Para desconhecer a mão estendida.
O orgulho mata a alma humana
Petrificada pelo egoísmo individual
Que transformar os sentimentos primitivos
Em sentidos abstratos aberrantes.
Agora as sensibilidades estão presas
As amarras do ego
Que endurece o coração e deixa o homem cego
Para impedir de ver e presenciar o Divino amor de Deus.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Ponto de Vista
Os pés na areia
Pisam em qualquer área
Ansiosos para sentir a maré
Que entoam um cântico refrescante.
No outro instante
Os pés no asfalto
Correndo desesperadamente
No encalço de mais um dia dentre outros.
Nesta rotina de tantas histórias,
Surge sempre uma canção que marcam lembranças
Como o cheiro da pipoca a do cinema,
Como o algodão-doce a do circo.
São estímulos envolvendo sensações
Que despercebidamente se arquivam na mente
E por eles somos levados ao imaginário.
Mas, a presença de Deus ao contrário
Não fica só nas memórias do passado
Porque Ele cada dia demonstra a sua presença
Quando se principia o acordar da manhã.
Pisam em qualquer área
Ansiosos para sentir a maré
Que entoam um cântico refrescante.
No outro instante
Os pés no asfalto
Correndo desesperadamente
No encalço de mais um dia dentre outros.
Nesta rotina de tantas histórias,
Surge sempre uma canção que marcam lembranças
Como o cheiro da pipoca a do cinema,
Como o algodão-doce a do circo.
São estímulos envolvendo sensações
Que despercebidamente se arquivam na mente
E por eles somos levados ao imaginário.
Mas, a presença de Deus ao contrário
Não fica só nas memórias do passado
Porque Ele cada dia demonstra a sua presença
Quando se principia o acordar da manhã.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
Elo
Estímulos visuais, auditivos e sensitivos
São do corpo!
A paz, o amor e a felicidade
São do espírito!
As primeiras sensações são inerentes a natureza humana
E as últimas a serem alcançadas.
O perfeito equilíbrio vem da vontade
Em estabelecer uma harmonia
Capaz de conduzir a um estado de coisas
Em que tudo tem um significado.
Seja pequeno ou não
Este é uma fração
Que se modela na cadeia
De sustentação.
Ao invés de ignorar o valor desta relação,
O conhecimento pode chegar mais perto
De Quem detém o saber pleno
Para se convencer que nada vale o egoísmo.
Uma força visada apenas em si
Se dissipa com um sopro,
Mas, se forem várias com a mesma fé,
Tudo se reconstrói.
Logo, a dependência é geral
Na qual o seu poder cresce
A partir do instante
Que passamos a perceber
A nossa importância do vínculo com Deus.
São do corpo!
A paz, o amor e a felicidade
São do espírito!
As primeiras sensações são inerentes a natureza humana
E as últimas a serem alcançadas.
O perfeito equilíbrio vem da vontade
Em estabelecer uma harmonia
Capaz de conduzir a um estado de coisas
Em que tudo tem um significado.
Seja pequeno ou não
Este é uma fração
Que se modela na cadeia
De sustentação.
Ao invés de ignorar o valor desta relação,
O conhecimento pode chegar mais perto
De Quem detém o saber pleno
Para se convencer que nada vale o egoísmo.
Uma força visada apenas em si
Se dissipa com um sopro,
Mas, se forem várias com a mesma fé,
Tudo se reconstrói.
Logo, a dependência é geral
Na qual o seu poder cresce
A partir do instante
Que passamos a perceber
A nossa importância do vínculo com Deus.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Inquieto
Estou a procura de uma palavra,
A procura da prece verdadeira
E da perfeita harmonia.
Quero deixar um carinho,
Um gesto de amor
E uma lembrança.
Vejo um único caminho
Traçada de inúmeros labirintos ao redor
Que só serão dissipados com atos de mudança.
Não consigo definir nada de concreto
Na boca um verbo discreto
Sem nenhuma aspiração maior.
Frases soltas no ar
Não indicam o rumo a tomar,
Porém, incentivam muitos a pensar
Como é doce o sabor da esperança ao paladar.
Em fim, me satisfaço com este poema incompleto
Em que não há o indício correto
Dentro da lei ou decreto
Que fora deles, só na Bíblia me manifesto
Em Deus de Espírito repleto.
A procura da prece verdadeira
E da perfeita harmonia.
Quero deixar um carinho,
Um gesto de amor
E uma lembrança.
Vejo um único caminho
Traçada de inúmeros labirintos ao redor
Que só serão dissipados com atos de mudança.
Não consigo definir nada de concreto
Na boca um verbo discreto
Sem nenhuma aspiração maior.
Frases soltas no ar
Não indicam o rumo a tomar,
Porém, incentivam muitos a pensar
Como é doce o sabor da esperança ao paladar.
Em fim, me satisfaço com este poema incompleto
Em que não há o indício correto
Dentro da lei ou decreto
Que fora deles, só na Bíblia me manifesto
Em Deus de Espírito repleto.
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Um Minuto Apenas
Tomo tempo, o tempo me toma
Tão pouco e não muito
Miúdos segundos passam num instante,
Mas por que estou parado?
Nada mais é
Do que um minuto
Com meditações e orações de fé
Que acabam discretamente guardadas no coração.
Separo momentos para atender aos que me procuram
Passo horas diante de uma tela
E outros tantos sem fazer nada
Sem contar as madrugadas vazias.
Vendo o esplendor da aurora,
Ouvindo o som da natureza
E tocando todas as formas de vida
Vergonhoso é
De não prestar a devida atenção,
Se quer por um minuto,
A reverência ao Criador de todas estas coisas.
Tão pouco e não muito
Miúdos segundos passam num instante,
Mas por que estou parado?
Nada mais é
Do que um minuto
Com meditações e orações de fé
Que acabam discretamente guardadas no coração.
Separo momentos para atender aos que me procuram
Passo horas diante de uma tela
E outros tantos sem fazer nada
Sem contar as madrugadas vazias.
Vendo o esplendor da aurora,
Ouvindo o som da natureza
E tocando todas as formas de vida
Vergonhoso é
De não prestar a devida atenção,
Se quer por um minuto,
A reverência ao Criador de todas estas coisas.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Coragem
Passando pelas ruas e esquinas
Vemos vultos sem cara e emoção
A perambularem ao nosso redor
Sem se quer notarmos
que eles também nos vêem como sombras.
Particularmente por eu ter necessidades especiais
Atraio alguns olhares alheios
Que me cercam de curiosidade
No qual percebo uma indagação sutil.
É uma existência varonil
Encruecido pela exclusão social
E, ao invés de repudiar os outros,
Tomo a compartilhar com os meus iguais
O exemplo de dedicação e fé.
A tragédia individual maior
É desistir e ser vencido pelo medo
De ver a ilusão ser engolido pela realidade,
Pois a crueldade cega o homem desde cedo.
Estamos todos em uma guerra,
Somente um fim existe
E na batalha cotidiana
O mastro desta bandeira carrega a paz.
Em que a vitória não é derrotar um inimigo externo,
Mas sim, fuzilar a sua carapaça interna
Construída pelo orgulho, ódio e vaidade.
Assim se resume a estratégia da vida
Cheia de armadilhas e barreiras,
Entretanto, o remédio é seguir em frente
E tomar coragem de assumir o risco
De beber da fonte de Cristo.
Vemos vultos sem cara e emoção
A perambularem ao nosso redor
Sem se quer notarmos
que eles também nos vêem como sombras.
Particularmente por eu ter necessidades especiais
Atraio alguns olhares alheios
Que me cercam de curiosidade
No qual percebo uma indagação sutil.
É uma existência varonil
Encruecido pela exclusão social
E, ao invés de repudiar os outros,
Tomo a compartilhar com os meus iguais
O exemplo de dedicação e fé.
A tragédia individual maior
É desistir e ser vencido pelo medo
De ver a ilusão ser engolido pela realidade,
Pois a crueldade cega o homem desde cedo.
Estamos todos em uma guerra,
Somente um fim existe
E na batalha cotidiana
O mastro desta bandeira carrega a paz.
Em que a vitória não é derrotar um inimigo externo,
Mas sim, fuzilar a sua carapaça interna
Construída pelo orgulho, ódio e vaidade.
Assim se resume a estratégia da vida
Cheia de armadilhas e barreiras,
Entretanto, o remédio é seguir em frente
E tomar coragem de assumir o risco
De beber da fonte de Cristo.
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Consciência
Diz o tempo ao seu tempo
Que insensatez em medir tudo,
Da pressa na chegada da hora crucial
A demora do dia que passa lento.
A maioria esquece do alento
De viver a vida no exato instante,
Também não pode ser ignorado o contentamento
De se sentir o ser mais importante.
Como é fácil reclamar das coisas,
Como é cômodo esquecer delas,
Como é desumano menosprezar o semelhante
E destes gestos nada se aproveita.
Apenas, torna-se mesquinho o mundo
Mais sujo que os detritos orgânicos expelidos
Que massacram populações inteiras.
Deus deu ao homem o poder sobre tudo
Para controlar e organizar um sistema,
Porém, este mesmo poder nunca foi utilizado
No escopo de impedir a sua própria perdição.
O descontrole da poluição,
O aquecimento do clima
E o degelo dos blocos polares
São as conseqüências da corrida econômica desenfreada.
A fome e a miséria estão por aí
E ninguém faz nada para mudar isso,
Ainda há àqueles que culpam Deus
Por esta desordem,
Sem ter a devida consciência
Que o segredo da solução para os males
É a paz, o amor e a verdade defendida até a morte por Jesus.
Que insensatez em medir tudo,
Da pressa na chegada da hora crucial
A demora do dia que passa lento.
A maioria esquece do alento
De viver a vida no exato instante,
Também não pode ser ignorado o contentamento
De se sentir o ser mais importante.
Como é fácil reclamar das coisas,
Como é cômodo esquecer delas,
Como é desumano menosprezar o semelhante
E destes gestos nada se aproveita.
Apenas, torna-se mesquinho o mundo
Mais sujo que os detritos orgânicos expelidos
Que massacram populações inteiras.
Deus deu ao homem o poder sobre tudo
Para controlar e organizar um sistema,
Porém, este mesmo poder nunca foi utilizado
No escopo de impedir a sua própria perdição.
O descontrole da poluição,
O aquecimento do clima
E o degelo dos blocos polares
São as conseqüências da corrida econômica desenfreada.
A fome e a miséria estão por aí
E ninguém faz nada para mudar isso,
Ainda há àqueles que culpam Deus
Por esta desordem,
Sem ter a devida consciência
Que o segredo da solução para os males
É a paz, o amor e a verdade defendida até a morte por Jesus.
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